quarta-feira, 3 de junho de 2009

Os Eclipses Solares

O que são Eclipses?
Os Eclipses são a ocultação parcial ou total de um astro por sobreposição de outro.
O que são Eclipses Solares?
Os Eclipses Solares ocorrem quando a Lua se interpõem entre a Terra e o Sol, tapando a sua luz numa estreita faixa terrestre.
Quando acontecem os Eclipses Solares?
Os Eclipses Solares acontecem quando é Lua nova e esta está entre a Terra e o Sol, perfeitamente alinhados.













Pode acontecer que a sombra ou penumbra da Lua se projecte em partes da Terra e assim dá-se um eclipse Solar.
Contudo, na Terra, se nos locais onde se projectam a sombra da lua, se não
conseguimos ver o Sol dá-se um eclipse total do Sol.









Mas nos locais da Terra que ficam na zona de penumbra o eclipse do Sol é parcial.










Como nos podemos proteger dos Eclipses Solares? E porquê?
Devemo-nos proteger para evitarmos problemas em termo de vista porque podemos ficar cegos. Para nos proteger-mos do Eclipse Solar temos de usar um aparelho próprio que são os óculos de protecção especiais.
Por que razão não há eclipses Solares sempre que é Lua cheia ou Lua nova?
Os Eclipses Solares não ocorrem sempre que está Lua cheia porque as orbitas dos três astros (Terra, Sol e Lua) não estão sempre perfeitamente alinhados.







O Sistema Solar


Sistema Solar

O Sistema Solar tem vários astros, eles são:
- Sol;
- Planetas;
- Luas;
- Asteróides;
- Cometas;
- Meteoróides;


O Sistema Solar nasceu há cerca de 5 mil milhões de anos, a partir de uma gigantesca nuvem de gás e poeira que girava lentamente sobre si própria e se foi aglomerando. O Sol formou-se quando, no centro dessa nuvem, reacções nucleares originavam energia. Os órgãos de poeira que ficaram a girarem mais perto da estrela acabada de formar condensaram-se e originaram os planetas Mercúrio, Vénus, Terra e Marte. Dos gases mais leves e afastados resultaram Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno. De outros pequenos fragmentos da nuvem resultaram luas, asteróides, cometas, e meteoróides.







Sol

O Sol é a estrela que nos ilumina e aquece. Parece-nos a maior e a mais brilhante de todas as estrelas que vemos no céu porque é a que está mais perto da Terra. Mas tal como as outras estrelas, o Sol é uma enorme esfera de gás que produz energia que irradia para o espaço. No núcleo central do Sol, onde a temperatura é cerca de 15 000 000 ºC, ocorrem reacções nucleares que produzem a energia emitida. Essa energia demora mais de 1 milhão de anos a chegar à superfície visível do Sol – Fotosfera – onde a temperatura já é apenas de 5800ºC. Na superfície do Sol observam-se facilmente manchas escuras – manchas solares – que correspondem a zonas mais frias.
Para além da fotosfera, encontram-se a atmosfera solar. A cromosfera é a zona inferior da atmosfera solar. Tem uma espessura média de 5000km. Através dela saem labaredas de gases incandescentes, as protuberâncias.
A coroa é a região mais exterior da atmosfera solar, onde a temperatura sobe até 1 000 000ºC. Estendesse por milhões de quilómetros no espaço.
Da coroa solar são constantemente enviados para o espaço interplanetário partículas com carga eléctrica que constituem o vento solar.

O Sol tem um ciclo de actividade que dura cerca de 11 anos: na fase calma, observam-se na fotosfera poucas manchas solares; quando a actividade é grande há muitas manchas solares.
A cromosfera e a coroa solar só são visíveis quando o enorme brilho da fotosfera é ofuscado por um eclipse total do Sol.















O Sol tem movimento de translação: move-se em conjunto com as outras estrelas da Via Láctea à volta do centro da galáxia. Demora 225 milhões de anos para efectuar uma volta completa.

O Sol também roda sobre si próprio: tem movimento de rotação. Como é gasoso, não tem limites definidos e não roda todo à mesma velocidade! As zonas do equador demoram 25 dias para efectuar uma rotação completa, enquanto as zonas polares precisam de 30 dias.A massa do Sol é muito maior do que a do conjunto de todos os outros astros que constituem o Sistema Solar (cerca de 98 % da massa do sistema solar). Esta grande massa é responsável pelos movimentos de todos os astros que giram à sua volta.


Sol
O Sol é uma estrela muito instável, de meia-idade, ilumina o Sistema Sola há cerca de 5 mil milhões de anos e continuará a brilhar outros 5 mil milhões de anos!
Massa: 333 mil vezes maior que a da Terra.
Diâmetro: 1,4 milhões de quilómetros (equatorial).
Temperatura: 5800ºC (na fotosfera).
Período de Rotação: 25 dias (na zona do equador).




Planetas

Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno são os 8 planetas do Sistema Solar. Mercúrio é o mais próximo do Sol e o menor de todos.
Neptuno é o mais afastado do Sol.




Trabalho Realizado por:
Solange Silva 7ºE Nº25
Rodrigo Aleixo 7ºE Nº24

Visita à Exposição "Evolução de Darwin"

No dia 23 de Abril pelas 14 horas a nossa turma foi visitar a exposição a “Evolução de Darwin” na Fundação Calouste Gulbenkian. Tivemos uma visita guiada com um dos membros da fundação.

A exposição estava dividida em três módulos:
• O 1º – Antes de Darwin
• O 2º – Viagem do Beagle
• O 3º – Após Darwin

Começamos por conhecer as ideias das pessoas naquela época. Aos animais fora do normal chamavam de “monstros”. Vum porco com 5 pernas, conservado, o peixe ouriço, tarântulas, cobras, borboletas, um polvo gigante, etc.…
Depois vimos a sala das curiosidades, onde se encontravam animais com tamanhos diversos, com aspectos diferente da realidade, no fundo colecções de animais que não eram comuns.




A seguir falamos de Lineu, que classificou as plantas e os animais, agrupando-as pelas sua características .Vimos uma representação de um sagui que foi dado por uma Rainha a Darwin. De seguida vimos um filme em que explicava que a partir do nosso esqueleto se o esticassemos ou dobrassemos podíamos chagar ao esqueleto de uma égua.











Na exposição encontra-se uma representação do barco Beagle, tal como uma reconstituição da figura de DArwin em tamanho natural a segurar um escaravelho na mão. Uala com uma perdiz e com uma lebre e um quadro com vários tipos de escaravelhos, permite-nos perceber quais eram as actividades preferidas de Darwin. Na exposição também épossivel ver muitas das cartas que Darwin escreveu a seu pai e ao tio, principalmente aquelas que antecederam a sua viagem no Beagle.
OS ESCARAVELHOS

O BEAGLE





Também vimos 6 tipos de animais que estavam lá e estavam vivos:
OS SURICATAS

AS PIRANHAS


UMA JIBOIA



AS TARTARUGAS


OS MACACOS



E OS LAGARTOS GIGANTES



Depois de veremos os animais vivos, entrámos no 2º modulo – a viagem no Beagle.
Um mapa mostra as paragens que foram feitas ao longo desta viagem.
Ele passou pelos Açores mas não chegou a visitar nenhuma das ilhas, pois havia o boato de haver lá uma epidemia. Aconteceu o mesmo nas ilhas Canárias. A 1ª paragem ocorreu em Cabo Verde e a última na ilha da Madeira.
Depois disto nos vimos uma montagem da parte interior do barco onde Darwin e os tripulantes dormiam, comiam e passavam o tempo.
Passámos a uma sala onde podiamos ter uma percepção do que Darwin observou nas ilhas Galápagos, e que veio dar origem à teoria da evolução das espécies. Animais da mesma espécie, que habitavam em ilhas próximas, apresentavam características diferentes.
Também vimos que as margaridas nas ilhas Galápagos, eram árvores em vez de flores, vimos uma carapaça de um um sapo a esconder-se no seu habitat para passar desprevenido, vimos a diferença entre dois tipos de carapaças de tartaruga e as cores de dois pássaros ,um que já estava habituado e outro que não estava habituado ao seu habitat.
A seguir disto, vimos imagens dele a chegar a Inglaterra e do sucesso que teve.
Foi Darwin que criou “a árvore da vida” que era um símbolo que representava todas as espécies que ele viu, numa árvore genealógica.
Também vimos uma imagem da sua mulher, a sua prima, ele teve dez filhos e três deles morreram.
Vimos imagens de partes da sua casa como por exemplo a sua biblioteca.
Darwin não quis publicar logo o seu livro, porque ainda avia coisas por explicar e por entender.
Darwin depois do sucesso que teve, fez muitos amigos dos quais um deles era português, que lhe mandou uma carta a fazer perguntas sobre “a evolução das espécies” do qual Darwin recomendou-lhe um livro de um amigo mas como o português era pobre Darwin compro-lhe o livro e ficaram ainda mais amigos.
Darwin não queria publicar logo o seu livro quando chegou a Inglaterra porque queria primeiro investigar tudo o que viu e descobriu.
Mas houve um contra tempo, um amigo de Darwin que tinha enviado uma carta com as mesmas ideias sobre a evolução e que ia publicar um livro.
Então apressou-se nas suas investigações e publicou o livro mais rápido do que esperava.
Antes de morrer, Darwin ainda tinha uma coisa por explicar, a genética (pais para filhos).
Mais tarde um senhor descobriu e explicou o que Darwin não conseguiu com a técnica das ervilhas.
E finalmente vimos um painel com a evolução da cabeça do homem (caveiras), desde o australopiteco aos dias de hoje e uma fotografia de Darwin na sua idade mais velha.

Trabalho realizado por:
• Alexandra
• Inês
• Lara
Se quiser ter uma visita guiada clique no link abaixo:
http://www.gulbenkian.pt/index.php?section=119&artId=1632

Em breve colocaremos mais imagens!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Chuva de Meteoros










Os meteoros consistem em pequenas partículas sólidas que vêm do espaço, que quando entram na atmosfera terrestre deixam para trás um rasto brilhante. Este fenómeno resulta da fricção gerada nas camadas superiores da atmosfera e das altas temperaturas que provocam a combustão de gases.
Este fenómeno pode ser observado a olho todos os dias, a qualquer hora, em locais com boas condições de visibilidade, isto é, longe de fontes luminosas.
Existem certas alturas em que se pode observar centenas de meteoros por hora – as chamadas “chuvas de estrelas”. Nestas ocasiões um grande número de meteoros atravessa a atmosfera terrestre. Estes períodos acontecem, quando a Terra no seu movimento de translação em redor do Sol, atravessa regiões de grande concentração de pequenas partículas rochosa, deixadas por cometas ou asteróides que se encontram no nosso Sistema Solar.
Raramente, alguns pedaços rochosos maiores atravessam a atmosfera e chegam à Terra, provocando uma cratera de dimensões variáveis.





Aqui encontra-se um calendário de chuvas de meteoros mais importantes:

Nome da “Chuva de Estrelas”
Período de actividade
Radiante
Quadrantidas
2 - 5 Janeiro
Entre Boieiro e Ursa Maior
Aquáridas
5 – 6 Maio
Na parte norte de Aquário
Perseidas
11 – 13 Agosto
No Perseu
Oriónidas
20 – 23 Outubro
Entre Orionte e Gémeos
Táuridas
2 – 5 Novembro
Entre as Pleiades e as Híades
Leónidas
17 – 18 Novembro
Perto da cabeça do Leão
Gemínidas
13 – 14 Dezembro
Perto do Castor, nos Gémeo
Fonte: http://teknospace.no.sapo.pt/meteoros.htm

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Nebulosas

As Nebulosas são nuvens de poeiras, Hidrogénio e Plasma. São constantemente regiões de formação estelar.
O processo de formação das estrelas é muito violento e podem formar grande número de planetas e de sistemas planetários.
Durante o processo de explosão,os materiais lançados para o espaço.Existem varios tipos de nebulosas:as de emissão, reflexão,escura e planetarias.
A nebulosa de Orion , e um exemplo de uma nebulosa de emisão.Estas nebulosas caracterizam-se por difundirem energia em forma de radiação e por terem uma cor avermelhada.
As nebulosas de reflexão são nuvens de poeiras que refletem a luz das estrelas que se encontram na sua vizinhança.
A Nebulosa da Tarântula é conhecida como 30 douradas ou NGC 2070. Pertence à Grande Nuvem de Magalhães e localiza-se na constelação Peixe-Espada e é maior nebulosa de emissão. Tratava-se de uma estrela, mas em 1751 Abble Lacaille identificou-a como uma nebulosa.
Esta nebulosa possui magnitude aparente de 8 e a sua distância aproximada é de 160.000 anos-luz. É a mais activa do Grupo Local.



Nebulosas Escura

As Nebulosas escuras são grandes nuvens moleculares que aparecem em regiões pobres em estrelas, onde o pó do meio interestelar parece estar concentrado. Estas podem ser vistas a obscurecer parte de uma nebulosa de emissão ou reflexão.É possivel observar este tipo de nebulosas na nossa galàxia,pois nessas zonas observam-se manchas mais escuras.A nebulosa escura mais conhecida e a nebulosa cabeça de cavalo,que se situa na constelação de Orion.



Nebulosas de Olho-de-Gato
Uma das nebulosas planetarias mais curiosas é a Nebulosas de Olho-de-gato. É uma nebulosa planetária que se encontra na constelação Dragão e foi descoberta por William Herschel em 15 de Fevereiro de 1786.


Descobre o teu céu

Em Dezembro de 2008 a turma do 7ºE da Escola Matilde Rosa Araújo participou no Concurso “Descobre o teu Céu”. Este concurso foi promovido pelo Museu da Ciência da Universidade de Coimbra e pelo Museu da Ciência da Universidade de Lisboa.
Esta iniciativa pretendia não só desenvolver o gosto pela Astronomia, mas também estimular o espírito de observação, a criatividade e capacidade imaginativa dos concorrentes e simultaneamente, encorajar a pratica da escrita. Formamos grupos de 5 alunos. Cada grupo seleccionou um mapa, de quatro zonas seleccionadas no Hemisfério Norte. A partir das estrelas representadas construímos novas constelações às quais foram associadas histórias.
Este é um dos trabalhos realizados na aula e quisemos partilha-lo convosco.

A Via Láctea

Em noites limpas sem lua, longe das luzes da cidade pode-se observar no céu uma parte nebulosa atravessando o hemisfério celeste de um lado ao outro.
Essa parte nebulosa chama-se Via Láctea devido ao seu aspecto que, aos povos antigos parecia um caminho esbranquiçado como o leite.
A sua parte mais brilhante esta na direcção da constelação Sagitário.
No ano de 1609, Galileu Galilei, quando apontou o seu telescópio para a Via Láctea, observou que ela era constituída por uma enorme parte de estrelas.
Ao terminar o séc. XVIII, o astrónomo William Herschel, famoso por ter descoberto o planeta Úrano, traçou a Via Láctea com o seu telescópio de 1,2m de diâmetro, dizendo que todas as estrelas tinham a mesma luminosidade.
Herschel contou o máximo de estrelas que podia, observando as diferentes direcções, concluindo que a Galáxia era um planeta achatado.
Como ele aparentemente observava o mesmo número de estrelas em qualquer linha de vista ao longo do plano, concluiu que o Sol provavelmente estava no centro da Galáxia.